Os 88 templos de Shikoku Henro

Uma viagem única marcada pelo sentido espiritual, descobrindo as variadas paisagens que a charmosa ilha de Shikoku oferece. Conheça o lado mais rural do Japão e sinta o calor que os moradores locais tem com os peregrinos.

Suporte em português durante toda a viagem pelo nosso encarregado de Shikoku.

Seguro de viagem. Qualquer urgência médica com atendimento imediato e presença de intérprete em espanhol.

Cartão SIM com dados móveis (Internet) para manter contato com nosso encarregado quando necessário.

Possibilidade de fazer todo percurso em 13 dias e além disso visitar outros pontos turísticos graças ao transporte privado em cada parada.

Um trajeto exclusivo da GVJ TOUR – Guía de Viagem Japão.

ITINERÁRIO

Dia anterior a visita: Conheça seus “nakamas” ou companheiros de viagem.
No aeroporto internacional de Kansai utilize os meios de transporte disponíveis (Taxas não inclusas) para chegar ao ponto de encontro em Takamatsu City Hotel onde será o pernoite.
Chegando ao hotel haverá explicações sobre o itinerário da viagem. Para aproveitar o tempo livre, recomendamos visita ao Parque Ritsurin que fica próximo ao hotel e oferece paisagens únicas.

201423529573

1º Dia “Começa a peregrinação”

Participação livre na cerimônia religiosa matutina. Café da manhã no hotel. Partida de transporte do hotel Takamatsu City até o Templo Ryozenji.
Quem quiser poderá começar a rota fazendo um desejo e prosseguirá caminhando 17 km (3h30m). O grupo será acompanhado por guia de língua espanhola.
Templos que serão visitados:
• Nº 1, Ryozenji
• Nº 2, Gokurakuji
• Nº 3, Konsenji
• Nº 4, Dainichiji
• Nº 5, Jizoji
• Nº 6, Anrakuji
• Nº 7, Jurakuji
O pernoite e o jantar serão no Hotel Komyokaikan, próximo ao Jurakuji, último templo visitado.

2º Dia “Awa Odori, o baile da espuma” : Conhecendo a festividade local

Café da manhã no hotel. Partida de transporte do hotel para o templo Kumadaniji, de onde se prosseguirá por cerca de 100 km (4h). Todo este trajeto será acompanhado apenas pelo motorista do veículo.
Templos que serão visitados:
• Nº 8, Kumadaniji
• Nº 9, Horinji
• Nº 10, Kirihataji
• Nº 11, Fujidera
• Nº 12, Shosanji
• Nº 13, Dainichiji
• Nº 14, Jorakuji
• Nº 15, Kokubunji
• Nº 16, Kanonji
• Nº 17, Idoji
Chegada ao Hotel Kenzan. Próximo ao hotel encontra-se o museu da famosa dança “Awa Odori”, baile folclórico com mais de 400 anos de tradição. Este baile é o pilar principal da mais importante festividade
da região que leva o mesmo nome e acontece entre os dias 12 e 15 de agosto.

2014235852585

3º Dia “Percorrendo Tokushima”: Viagem de carro

Café da manhã no hotel. Partida de transporte do hotel para o templo Onzanji, de onde se prosseguirá por cerca de 150 km (4h). Todo este trajeto será acompanhado apenas pelo motorista do veículo.
Templos que serão visitados:
• Nº 18, Onzanji
• Nº 19, Tatsueji
• Nº 20, Kakurinji
• Nº 21, Tairyuji
• Nº 22, Byodouji
• Nº 23, Yakuouji
Chegada ao Hotel Myojo onde será o jantar e o pernoite.

4º Dia “Conhecendo a história de Kobo Daishi”

Café da manhã no hotel. Partida de transporte do hotel até a caverna onde Kobo Daishi (pessoa que inspirou esta peregrinação) alcançou a iluminação. Depois de um passeio a pé, desfrutaremos
a charmosa paisagem do parque natural Cabo Muroto de onde prosseguiremos 120 km (3h30m), acompanhados apenas pelo motorista do veículo.
Templos que serão visitados:
• Nº 24, Hotsumisakiji
• Nº 25, Shinshoji
• Nº 26, Kongochoji
• Nº 27, Konomineji
• Nº 28, Dainichiji
• Nº 29, Kokubunji
• Nº 30, Zenrakuji
Chegada ao Hotel Takasago onde será o jantar e o pernoite.

2014239977357

5º Dia “O samurai que revolucionou o Japão”

Café da manhã no hotel. Partida de transporte do hotel até o templo Chikurinji, passando pelo templo Zenjibuji até chegar à praia de Katsura onde além da fantástica paisagem se pode visitar
a estátua de Ryoma Sakamoto, samurai que impulsionou a modernização do Japão. A partir daqui o trajeto de cerca de 160km (4h30m) será acompanhado apenas pelo motorista do veículo.
Templos que serão visitados:
• Nº 31, Chikurinji
• Nº 32, Zenjibuji
• Nº 33, Sekkeji
• Nº 34, Tanemaji
• Nº 35, Kiyotakiji
• Nº 36, Shoryuji
• Nº 37, Iwamotoji
Hospedagem no New Royal Hotel Rio Shimanto ou nas instalações do Templo Iwamotoji.

2014233844059

6º Dia “Contemplando o fluir do Rio Shimanto”

Café da manhã no hotel. Partida de transporte do hotel até o Rio Shimanto, o mais largo da região e um dos três rios com a corrente mais cristalina do Japão. Atravessaremos este rio em uma embarcação tradicional,
perfeita para relaxar o corpo e a alma. Depois disso o trajeto de cerca de 235km (6h) será acompanhado apenas pelo motorista do veículo.
Templos que serão visitados:
• Nº 38, Kongofukuji
• Nº 39, Enkoji
• Nº 40, Kaijizaiji
Visita às plantações em níveis de Yusu Mizugaura. Chegada ao Hotel Clement Uwajima onde será o pernoite.

201423182384

7º Dia “Relaxando o corpo nas águas termais”

Café da manhã no hotel. Partida de transporte do hotel para o templo Ryukoji, de onde se prosseguirá por cerca de 165 km (4h30m). Todo este trajeto será acompanhado apenas pelo motorista do veículo.
Templos que serão visitados:
• Nº 41, Ryukoji
• Nº 42, Butsumokuji
• Nº 43, Meisekiji
• Nº 44, Taihoji
• Nº 45, Iwayaji
• Nº 46, Jyoryuji
• Nº 47, Yasakaji
• Nº 48, Sairinji
• Nº 49, Jodoji
• Nº 50, Hantaji
• Nº 51, Ishiteji
Chegada ao Hotel Tsubakikan Betsukan que se localiza em zona famosa por suas águas termais (onsen), conhecidas desde a antiguidade sendo uma das mais antigas do país. O hotel dispõe de
dois tipos de “onsen” onde pode-se relaxar e eliminar o cansaço acumulado. Jantar e pernoite no hotel.

2014236838877

8º Dia “Atravesssando o Ishizuchisan, a montanha sagrada”

Café da manhã no hotel. Partida de transporte do hotel para o Templo Taisanji, de onde se prosseguirá por cerca de 160 km (5h). Todo este trajeto será acompanhado apenas pelo motorista do veículo.
Templos que serão visitados:
• Nº 52, Taisanji
• Nº 53, Enmyoji
• Nº 61, Kouonji
• Nº 62, Hojuji
• Nº 63, Kichijoji
• Nº 64, Maegamiji
• Nº 60, Yokomineji
• Nº 59, Kokubunji
• Nº 58, Senyuji
• Nº 57, Eifukuji
• Nº 56, Taisanji
• Nº 54, Enmeiji
• Nº 55, Nankobo
Jantar e pernoite no Hotel Kikusui.

9º Dia “Uma costa selvagem”

Café da manhã no hotel. Visita ao observatório de Itoyama, de onde se desfruta de vista panorâmica única. O mar, as ilhas que se espalham ligadas por pontes fazem as delícias para a contemplação e a fotografia.
Prosseguiremos de transporte começando pelo tempo Nº 65 Sankakuji e percorreremos 170km (4h). Para chegar ao templo Nº 66 Unpenji pegaremos um teleférico. Visitaremos os templos Nº 67 Daijoji, Nº 68 Jinnein e Nº 69 Kannonji,
nesta ordem. A próxima parada é Kanei Tsuho Zenigata Suane, uma escultura de areia na forma da antiga moeda da Era Kanei. Trata-se de uma escultura extensa e foi feita para receber um senhor feudal em 1633.
Dizem que quem a observa por um tempo prolongado gozará de vida longa e farta.
Finalizaremos o dia visitando os templos Nº 70 Iyadaniji e Nº 71 Zentsuji.
A hospedagem será nas instalações do templo Nº 75 Zentsuji.
Templos que serão visitados:
• Nº 65, Sankakuji
• Nº 66, Unpenji
• Nº 67, Daikoji
• Nº 68, Jinnein
• Nº 69, Kannonji
• Nº 70, Motoyamaji
• Nº 71, Iyadaniji
• Nº 72, Mandalaji
• Nº 75, Zentsuji

2014232832323

10º Dia “Peregrinando”

Quem quiser poderá participar da cerimônia religiosa da manhã. Café da manhã em estilo monástico. Neste dia o trajeto será a pé. Saída das instalações do Templo Zentsuji para o templo nº 72 Mandalaji,
em seguida os templos Nº 73 Shutsushakaji, Nº 73 Koyamaji, Nº 76 Konzoji e Nº 77 Doryuji. Para finalizar nos alojaremos em uma casa típica onde os peregrinos poderão desfrutar de uma noite no mais puro estilo japonês.
Templos que serão visitados:
• Nº 72, Mandalaji
• Nº 73, Shutsushakaji
• Nº 74, Koyamaji
• Nº 76, Konzoji
• Nº 77, Doryuji

2014237636637

11º Dia “88 templos visitados”

Tempo livre para tomar o café da manhã. Saída de transporte para visitar os seguintes templos:
• Nº 78, Goshoji
• Nº 79, Tennoji
• Nº 80, Kokubunji
• Nº 81, Shinomieneji
• Nº 82, Negoroji
• Nº 83, Ichinomiyaji
• Nº 84, Yashimaji
• Nº 85, Yakuriji
• Nº 86, Shidoji
• Nº 87, Nagaoji
• Nº 88, Okuboji Ketsugan
Finalizada a rota dos 88 templos receberemos um diploma comemorativo. Participação em cerimônia budista e segundo a crença, os peregrinos que iniciaram a rota com algum desejo elevado, alcançarão a sua meta.
Chegada ao Hotel Kabakawa Kanko, com jantar e pernoite.

12º Dia “Wakayama, ponto de energia”

Partiremos de transporte do hotel até o porto de Tokushima. Daqui tomaremos a balsa que nos levará até Wakayama onde visitaremos o Templo de Jisonin, dedicado a mãe de Kobo Daishi. Neste local haverá uma cerimônia
onde os peregrinos que completaram a rota transmitirão esta satisfação à divindade.
Jantar e pernoite no alojamento deste templo.

13º Dia “A corrente limpa da montanha é a fonte de minha infinita alegria” Meste Kukai

Cerimônia religiosa pela manhã. Café da manhã no templo. Visita ao Templo de Kogobuji, principal sede do budismo Shingon. Passeio pelo complexo de 20 templos de Danjo Garan, um ambiente único onde será realizada a última cerimônia da viagem.
Traslado a Osaka e despedidas.
Final do tour.

Mapa de Shikoku e dos 88 templos

SHIKOKU MAP

Para mais informações veja esta publicação.

CONDIÇÕES

– Dias previstos para começar a rota em 2018:
Maio: 15, 22 e 29 (Terças)
Junho: 5 e 12 (Terças)
Julho: 17, 24 e 31 (Terças)
Agosto: 2 e 28 (Terças)
Setembro: 4, 11, 18 e 25 (Terças)
Outubro: 2, 9, 16, 23 e 30 (Terças)
Novembro: 6, 13, 20 e 27 (Terças)
Dezembro: 4 e 11 (Terças)

– Rota estipulada em 14 dias (contando o dia anterior ao início da rota)
– Número mínimo de pessoas: 4
– Número máximo de pessoas: 8
– Solicitar com 2 meses de antecedência
– É necessário pagar 40% do total do tour no momento de efetuar a reserva.
– Dependendo da disponibilidade, os hotéis previstos podem ser substituídos por outros com características similares.
– Preço de venda por pessoa: ¥349.000 (aproximadamente 2.999 euros). Cotação referente a fevereiro de 2018.

✱Também é possível realizar o tour em condições diferentes das assinaladas (outras datas, maior número de pessoas, etc.) Para mais informações, consulte-nos.

O preço inclui:
– Suporte em português durante toda a viagem pelo nosso encarregado de Shikoku.
– Seguro de viagem. Qualquer urgência médica com atendimento imediato e presença de intérprete em português.
– Cartão SIM com dados móveis (Internet) para manter contato com nosso encarregado quando necessário.
• Traslado em micro-ônibus ou van.
• Passeios a pé conforme itinerário.
• 13 noites com estadia nos locais previstos ou similares.
• 13 cafés da manhã e 7 jantares conforme o itinerário.

O preço não inclui:
• Não está incluso o deslocamento até o Hotel Takamatsu no começo do tour.
• O vestuário de peregrino não está incluso
• Nada que não está especificado no item “inclui”

Política de Cancelamento

• Cancelamento entre 34 e 21 dias antes do início do tour: 30% do total por pessoa sobre o preço de venda.
• Cancelamento entre 20 e 10 dias antes do início do tour: 60% do total por pessoa sobre o preço de venda.
• Cancelamento entre 9 e 2 dias antes do início do tour: 90% do total por pessoa sobre o preço de venda.
• Cancelamento 1 dia antes ou não comparecimento no dia do tour: 100% dos gastos totais por pessoa.
• Não haverá reembolso por serviços não realizados durante o passeio.

✱ Em caso de devolução por cancelamento, serão descontadas as taxas da transação bancária.
✱ Os cancelamentos deverão ser realizados em nosso escritório de segunda a sexta, das 9h30 às 18h. Fechado aos sábados, domingos e feriados nacionais.
Para mais informações, consulte-nos. Contate-nos aqui!

MUSEU DE ARTE CHIHIRO

Quem era Chihiro Iwasaki?

Chihiro Iwasaki, uma artista japonesa que nasceu em 15 de dezembro de 1918 em Takefu, Prefeitura de Fukui, e mudou-se para Tóquio no ano seguinte. Ela começou a estudar desenho e pintura a óleo aos quatorze anos e caligrafia japonesa quando tinha dezoito anos. Seu primeiro trabalho para crianças foi um conjunto de painéis de histórias ilustradas de “teatro de papel” chamado Okasan no Hanashi (The Story of a Mother) em 1950 e, em 1956, ela criou seu primeiro livro de fotos, Hitori de Dekiru I (eu posso por eu mesmo). Ela ganhou muitos prêmios, entre eles: Prêmio Gráfico Fiera di Bologna de Kotori no Kuru Oi (1971) e Medalha de Bronze da Feira Internacional do Livro de Leipzig para Senka no Naka no Kodomo-tachi (Children in the Flames of War) em 1974. No outono de 1973, Chihiro foi diagnosticada com câncer de fígado. Ela morreu no ano seguinte no dia 8 de agosto aos cinquenta e cinco anos.

MUSEU DE ARTE DE CHIHIRO TOKYO

O MUSEU DE ARTE CHIHIRO TOKYO foi criado em resposta ao forte desejo de muitos fãs fiéis de Chihiro por um lugar dedicado à exposição permanente de sua arte. Foi construído no lugar onde Chihiro viveu e trabalhou desde 1952 até sua morte em 1974 e é um dos poucos museus pioneiros do mundo dedicados exclusivamente ao trabalho de um artista que se especializou em ilustrações para livros infantis.

No final da década de 1980, o Museu começou a expandir o alcance de sua coleção para incluir obras de arte originais de importantes artistas de livros infantis em todo o mundo, enriquecendo amplamente suas diversas exposições e programas. No início dos anos 90, para acomodar aquisições de obras de arte adicionais e ampliar sua gama de atividades, o Museu decidiu construir uma nova instalação na aldeia de Matsukawa em Azumino, Nagano.

Na primavera de 1997, em comemoração ao 20º aniversário da criação do MUSEU DE ARTE CHIHIRO TOKYO, o Museu de Arte Chihiro Azumino abriu suas portas na Prefeitura de Nagano. Como os pais de Chihiro eram ambos de Nagano, Chihiro estava muito familiarizada com a região e teve um profundo carinho por ela como seu lar espiritual.

O Museu de Arte Chihiro Azumino, cercado por um parque de 35 mil metros quadrados, está localizado na aldeia de Matsukawa, onde os pais de Chihiro se estabeleceram após o fim da Segunda Guerra Mundial para dedicar o resto de suas vidas à recuperação de terra não cultivada.

Além das exposições de obras de Chihiro Iwasaki, exposições regulares incluem seleções da coleção internacional e uma exposição que se concentra na história das ilustrações do livro ilustrado.

Em 2002, por ocasião do seu 25º aniversário, o Museu de Arte de Chihiro em Tóquio reabriu após uma renovação completa e agora possui um edifício completamente sem barreiras, oferecendo espaço público duplo como a antiga estrutura. O novo museu está cheio do trabalho e memórias de Chihiro.

A participação no MUSEU DE ARTE CHIHIRO TOKYO durante seus 30 anos de história excedeu 2.197.000 , enquanto o número de visitantes do Museu de Arte Chihiro Azumino atingiu 2.207.000. Além disso, as 50 exposições itinerantes de Chihiro que foram realizadas  desde 1987 registraram atendimento acumulado de mais de 2.419 mil visitantes.

Tanto o MUSEU DE ARTE DE CHIHIRO TOKYO como o AZUMINO são operados pela Fundação Memorial Chihiro Iwasaki, criada em junho de 1976, com o objetivo de comemorar as conquistas de Chihiro Iwasaki, herdando o sincero desejo de paz de Chihiro para as crianças do mundo e contribuindo para o desenvolvimento cultural liberal e versátil das crianças. Além de dirigir os dois museus e realizar exposições tanto no Japão quanto no exterior (na América do Norte, China, Vietnã e Coréia), a Fundação tem atuado na realização de pesquisas, publicação de livros e catálogos e promoção um maior intercâmbio cultural de livros infantis entre organizações nacionais e internacionais.

Para mais informações, visite suas páginas oficiais:

TOKYO: https://chihiro.jp/en/tokyo/
AZUMINO: https://chihiro.jp/en/azumino/

THE CAPITOL HOTEL TOKYU, hotel de luxo com estilo oriental

THE CAPITOL HOTEL TOKYU,um dos principais hotéis da cidade de Tóquio e um dos que GVJ fortemente recomenda. É o símbolo da cadeia de hotéis administrada pela rede japonesa ferroviária Tokyu. Um hotel de primeira classe que dará a você e / ou sua cliente a hospitalidade característica que só se oferece  aqui no Japão.

Se em Tóquio há muitos hotéis de luxo como a Península, Andaz, o Shangri-La e Ritz Carlton, por que escolher THE CAPITOL HOTEL TOKYU?

Nós damos 2 grandes razões para faze-lo:

1.Sua localização
THE CAPITOL HOTEL TOKYU está no coração de Tóquio e é facilmente acessível. Ao lado disso é o Parlamento Nacional, o Palácio de Justiça e do Palácio Imperial. No lado oeste são as famosas ruas de Akasaka. Além disso, o hotel fica ao lado as áreas verdes Santuário esgrima Hie, criando um oásis refrescante no meio da metrópole.

2. Seu estilo oriental
O arquiteto Kengo Kuma que projetou THE CAPITOL HOTEL TOKYU, e também o novo estádio nacional a ser construído por ocasião dos Jogos Olímpicos de 2020 Tóquio, ele se juntou ao estilo antigo do Japão e da estética japonesa conhecida como “Wabi Sabi” deixando de lado o brilho e tudo o necessário para dar perfeita beleza cheia de simplicidade, apreciando o tempo passar e buscando a verdadeira essência. Além disso, permanecer no The Capitol Hotel Tokyu lhe dá a sensação de desconexão temporariamente do mundo.

Para mais informações sobre o Hotel Capitol TOKYU visitar seu site oficial:  https://www.capitolhoteltokyu.com/en/

Edição: Hideto Takishima
Tracucao: Andrea Nakasone
GUIA DO JAPÃO- www.guiadojapao.com
O seu guia de viagem no japão, operado pela Earth Design Co.
Agência de Viagens e Operadora de turismo no Japão.

HIROSHIMA HOJE

“Sua viagem para Hiroshima pode contribuir para construir um mundo de paz e esperança no futuro”.

O dia 6 de agosto de 1945 era uma segunda-feira. O dia em HIROSHIMA estava ensolarado, sem nenhuma nuvem. A temperatura estava em 26,7ºC, a umidade relativa do ar era de 80%, um dia que prenunciava o verão intenso. Mesmo o Japão estando em guerra, o dia-a-dia da cidade seguia normalmente. Às 7h9m, alertada pelas sirenes, a população se escondeu nos abrigos antiaéreos. Às 7h31m, com o fim do toque de recolher, todos voltaram a seus afazeres. Novamente, às 8h13m, soa mais um alerta de ataque aéreo e, às 8h15m, pela primeira vez no mundo, uma arma nuclear é usada numa guerra. A bomba atômica explodiu 600 metros acima da superfície, formando uma bola de fogo com temperatura interna de 1.000.000 graus. A superfície ao redor do ponto de explosão atingiu de 3000 a 4000ºC. Em um instante, HIROSHIMA se transformou num inferno. Metade das pessoas que estavam num raio de 1.2km do ponto de explosão morreram no dia. Até o final de dezembro do mesmo ano, calcula-se que da população estimada de 350.000 pessoas, 140.000 morreram.

E passaram-se 70 anos após aquele dia.

Únicas cidades na história da humanidade a sofrerem a devastação causada pela bomba atômica, HIROSHIMA e NAGASAKI, são conhecidas no mundo como símbolo permanente da paz e do repúdio às armas nucleares. Todos os anos, no dia 6 de agosto, é realizada uma cerimônia em memória às vítimas da bomba atômica e em nome da paz. Neste evento participam não só japoneses, como também pessoas de diversos países, etnias e religiões que se unem a fim de homenagear as vítimas e orar pela paz.

Eu cresci em HIROSHIMA. Desde criança, vejo as pessoas rezando na cerimônia anual do dia 6 de agosto e nos monumentos às vítimas do Parque Memorial da Paz de Hiroshima. Este cenário que fazia parte do meu dia a dia deve ter nutrido meu temor pela guerra e o amor pela paz.

Atualmente, moro em Tokyo devido a circunstâncias de trabalho e de família. Afastada de HIROSHIMA, penso com convicção que não há outra cidade em que a consciência do valor da paz esteja tão presente. Reconheci que sou uma “autêntica cidadã de HIROSHIMA” e que amo minha terra natal. Dentro de mim vivem meus familiares e amigos de HIROSHIMA, lembranças da infância, aulas sobre paz no ensino fundamental, lindas paisagens naturais do mar e da montanha, pessoas fortes que se recuperaram da calamidade e seus descendentes e, sobretudo, as almas das vítimas que, mais que todos, desejam a paz.

Pode ser que esta HIROSHIMA que vive no meu coração é a que me impulsione. Intencionando fazer algo pela paz, fundei a organização Eachfeelings em 2009, reunindo trabalhadores e estudantes de HIROSHIMA.

Todos os anos, no dia 6 de agosto, realizamos um evento com o tema “A paz que cada um sente e imagina” e, desde 2017, iniciamos um tour que leva estudantes internacionais que moram em Tokyo para conhecer Hiroshima. Membros do Each feelings que são universitários de HIROSHIMA, serviram de guia para apresentar aos intercambistas a Cúpula da Bomba, o Parque Memorial da Paz, etc.

Depois da visita, perguntamos as impressões de todos e trocamos ideias sobre a paz. Como o grupo era formado por pessoas de vários países com diferentes condições e cenários, o conceito de paz é bastante diversificado. É muito estimulante e interessante.

No dia seguinte, levamos o grupo ao Santuário de Itsukushima, que é Patrimônio Cultural da Humanidade, e mostramos a bela paisagem de Aki Miyajima. Tanto para os estudantes como para os membros do Eachfeeling, foram dois dias felizes e cheios de sorrisos.

Se todas as pessoas do mundo visitassem HIROSHIMA, compartilhando com esta cidade o desejo de paz permanente, eu acreditode que as guerras não existirian mais. Venha à HIROSHIMA e compartilhe com familiares e amigos esta experiência única. Sua viagem para Hiroshima pode contribuir para construir um mundo de paz e esperança no futuro.

“You may say I’m a dreamer But I’m not the only one I hope someday you’ll join us”

Por Chiharu Tamaki.

Perfil de Chiharu Tamaki:

Cantora e compositora / Ativista Social / Conferencista / Escritora
Nascida no ano de 1980, em Hiroshima. Começou como atriz e compositora de música para cinema e comerciais. Em setembro de 2014,
lançou o álbum “Eu estou viva” por meio de uma grande gravadora, estreando como cantora e compositora.
Por ter nascido em Hiroshima, sempre teve grande interesse pelas atividades ligadas à paz, fundando em 2009 a “Eachfeelings Project” (atualmente Fundação Each), da qual é representante. Organiza eventos pela paz e atividades voluntárias em Hiroshima e em todo país.
Durante 10 anos, realizou atividades de apoio aos intercambistas da Ásia, tornando-se “Host Mother” (anfitriã) de 36 estudantes. Em janeiro de 2014, os 10 anos de atividade como “Host Mother” foram reconhecidos, recebendo o “5º Prêmio Força Jovem” da Associação Japonesa Liderança Jovem. Aproveitando a experiência como anfitriã, atualmente dá palestras em prefeituras, escolas, universidades, empresas e é professora em caráter esporádico de Comunicação Intercultural, na Universidade Feminina de Yasuda (Hiroshima).
Em agosto de 2015, lançou o “Gyoza Joshi (Garota que gosta pastel jiaozi)”, um guia onde ela mostra o apreço pelo gyoza sob uma ótica feminina, recomendando seus restaurantes preferidos. No dia 26 de agosto de 2015, esta publicação ficou em 1º lugar na categoria “Guia de Restaurantes”, do ranking da Amazon Japan.

Edição: Hideto Takishima
Tracucao: Edna Sato
GUIA DO JAPÃO- www.guiadojapao.com
O seu guia de viagem no japao, operado pela Earth Design Co.
Agência de Viagens e Operadora de turismo no Japão.

UM DIA INTERAGINDO COM OS SUMÔS

A Associação Japonesa de sumô organiza periodicamente eventos para que os expectadores possam interagir, conhecer e se envolver um pouco mais na tradição desse esporte, assim como promover o mesmo.

Um dia de tour segue o programa abaixo:

  • 8:00 am: Abertura do local e toque de tambores japoneses

Na hora da abertura, começam a tocar os tambores para anunciar o início das atividades.

  • Até às 8:30 am: Treino dos lutadores da divisão “makushita” e inferiores.

Desde cedo os lutadores destas divisões praticam ao máximo com o objetivo de se tornarem “sekitori”.

  • 08:00 am~09:00 am: Interação com fãs e simpatizantes.

Lutadores populares se revezam a cada 15 minutos para interagir com fãs e simpatizantes.

PROGRAMA SUMO 2

  • 8:30 am~10:30 am: Treino paralelo dos lutadores das divisões “jyuryo” e “makuuchi”.

Os “sekitori” das divisões “jyuryo”, “makuuchi”, “ozeki” e “yokozuna” fazem uma prática intensa.

  • 10:30 am~10:45 am: Treino com crianças.

Quando se conclui o treino dos “sekitori”, os clubes de sumô locais e as crianças do ensino fundamental podem desafiar os lutadores populares. O público se emociona e encoraja os pequenos que tentam derrubar os grandes corpos dos lutadores de sumô.

Um dos objetivos dos torneios é justamente promover a educação sadia entre crianças e jovens, além de transmitir a cultura deste esporte.

PROGRAMA SUMO 3

  • 11:00 am~ 12:30pm: Início dos combates.

Os lutadores da divisão “makushita” e inferiores iniciam as lutas, e o público apoia os lutadores locais com gritos. São realizadas batalhas entre os “jonidan”, “sandan-me”, “makushita” e demais jovens lutadores.

Também há intervalos com rituais tradicionais como o “shokkiri”, “sumô jin ku” e “yagura daiko uchiwake”.

  • Yagura daiko uchiwake: toque de tambores para receber o público e atrair ao torneio.
  • Shokkiri: representação cômica do que é proibido durante a luta.
  • Sumô jin ku: segmento no qual o “yobidashi” (asistente geral) ou os lutadores de sumô com as melhores vozes, entoam cantos com rimas de caráter cômico.

  • 12:20 pm 1:30 pm: Cerimônia de entrada ao ringue
  • Depois que os lutadores do nível “jyuryo” foram propriamente penteados, fazem a cerimônia de abertura no ringue, seguido pela luta dos jovens que aspiram converter-se em “makuuchi” e os lutadores mais fortes e com maior experiência.
  • Há um pequeno intervalo e logo os lutadores “makuuchi”, propriamente penteados, fazem sua entrada no ringue.
  • Às vezes nesta seção, os lutadores de sumô sobem ao ringue com bebês nos braços, tornando a atmosfera única.
  • 13:30 pm~ 1:50 pm: Entrada do “yokozuna” ao ringue.

O “yokozuna” faz sua apresentação no ringue acompanhado do “tachimochi” e do “tsuyuharai”. Na arena do “dohyo” (ringue) se vê refletida grande parte dos 400 anos de história e beleza deste esporte.

  • 13:50~ 3:00 pm: Luta do “makuuchi”.

O caminho do sumô ensina os lutadores “makuuchi” a lutar com emoção no ringue. Os lutadores mais conhecidos aparecem na televisão. O objetivo principal é que o público ovacione.

  • 3:00 pm~: Encerramento do programa.

Nesta seção tem lugar o “yumitori shiki” que é a cerimônia de encerramento de um dia de combate, realizado geralmente por um lutador da divisão “makushita”. Os tambores (“hane-daiko”) tocam para animar o público de modo que retornem no dia seguinte para uma nova exibição.

  • 3:30 pm Traslado ao local do próximo combate.

Os lutadores sobem no ônibus e se dirigem ao local do próximo tour.

 

Edição e fotos: Andrea Nakasone
GUIA DO JAPÃO- www.guiadojapao.com
O seu guia de viagem no japao, operado pela Earth Design Co.
Agência de Viagens e Operadora de turismo no Japão.

RICARDO SUGANO

Um dos  sumôs estrangeiros mais fortes  atualmente e o único da America do Sul no banzuke (lista de classificação de jogadores de sumo  profissionais).

Nasceu em São Paulo/Brasil em 18 de dezembro de 1986. É descendente de japoneses de terceira geração e lutador profissional de sumô. Mede 1,94 m, pesa 197 kg e seu tipo sanguíneo é O.

Estreou em setembro de 2006 e chegou à divisão “makuuchi” em maio de 2011. Sua categoria mais elevada foi o “sekiwake” e até agora ganhou dois prêmios “Fighting Spirit”.

Primeiros anos de vida e sua iniciação no sumô

Durante a infância, Sugano não tinha nenhum interesse por futebol como seus amigos, nem se importava com as partidas transmitidas na televisão, ele se interessava mais por esportes de luta corporal como judô que praticou durante um tempo.

Quando tinha 16 anos, um amigo de seu pai sugeriu-lhe o sumô, alegando que seu grande porte se encaixaria perfeitamente neste esporte. Começou a praticar e passou a ganhar os campeonatos amadores de sumô do Brasil na categoria peso livre. Nesta época, ele acreditava que, pelo menos nos campeonatos de sumô amador do Brasil, tamanho e força eram suficientes para vencer. Assim, viaja para o Japão para tentar a carreira no sumô e é batizado com o nome de Kaisei Ichirō.

Carreira

Kaisei passou rapidamente pelas divisões inferiores e alcançou a terceira etapa “sandanme” em março de 2007. Ele foi promovido para a terceira divisão mais alta “makushita”, depois do torneio de março de 2008, mas posteriormente seu progresso estagnou um pouco. Competiu invicto no torneio de setembro de 2009 e em maio de 2010 tornou-se “sekitori” ao obter a promoção para “jūryō”. Ele foi o quarto brasileiro a alcançar esta divisão depois de Ryuko, Kuniazuma e Wakaazuma, mas Kaisei superou a todos ao atingir a categoria “makuuchi”. Depois de vencer na divisão “jūryō” em novembro de 2010 com resultado de 11 vitórias – 4 derrotas, venceu em janeiro de 2011 com 8 vitórias -7 derrotas, levando-o a atingir a categoria de “maegashira” em maio de 2011, mediante exame técnico.

Kaisei ganhou suas primeiras 6 lutas como “makuuchi”, tornando-se o primeiro estreante a conseguir o feito desde Takanonami em 1991. Em seguida marcou 8 vitórias sem derrotas, igualando o feito de Sadanoumi em 1980. Com 9 vitórias sem derrotas igualou o “yokozuna” Hakuhō , mas perdeu no décimo dia perante Tochinoshin, deixando de alcançar o feito do grande Taihō, que chegou a 11 vitórias sem derrotas em 1960. Mesmo assim, sua marca final de 10 vitórias – 5 derrotas, levou-o a ganhar o prêmio “Fighting Spirit”. Também teve a honra de servir como *Tsuyuharai (condutor) na cerimônia que consagrou Hakuho como “Yokozuna”.

*Tsuyuharai, é um dos dois assistentes que acompanham um yokozuna quando ele executa sua cerimônia de entrada no Dohyo-iri (ringue). O outro atendente é chamado de Tachimachi.

Estilo de luta

As técnicas preferidas de Kaisei enumeradas na Associação de Sumô, são:

  • Migi-yotsu: a mão esquerda fora, a mão direita dentro agarrando o “mawashi” do rival
  • Yori: forçando
  • Oshi: investida

Seus “kimarites” mais comuns são simples: “yori-kiri” (força para fora) e “oshi-dashi” (expulsão).

Ricardo Sugano2

 

 

 

 

 

 

 

* Com Ricardo Sugano no torneio de Julho de 2016.

Edição e fotos: Andrea Nakasone
GUIA DO JAPÃO- www.guiadojapao.com
O seu guia de viagem no japao, operado pela Earth Design Co.
Agência de Viagens e Operadora de turismo no Japão.

DIVISÕES DO SUMO

*Foto da associação japonesa de Sumo

O esporte de sumô tem 6 divisões:

6.- 序ノ口(じょのくち / JonokuchiBeginner 1- é  a categoria  inicial no Grande Torneio de Sumô. O nome dos lutadores, a este nível só são vistos com uma lupa na lista de classificação e são minúsculas.

5.- 序二段(じょにだん / JonidanBeginner 2- Também é uma categoria inicial, mas esta acima do Jonokuchi. No esporte do Sumo há uma diferença de tratamento de acordo com a sua hierarquia. As roupas  que os lutadores podem usar dependem de sua posição. Ex. Lutadores no estágio Jonokuchi e Jonidan vestem-se com yukata o ano todo e mesmo em pleno inverno, eles não podem usar casacos.

4.- 三段目(さんだんめ / Sandanme A terceira etapa- Uma classe acima do Jonan e abaixo da makushita. Foi dado este nome porque o nome de seus combatentes está escrito na terceira fila.

* Os lutadores nas fases Jonokuchi e Jonidan só pode usar “Gueta” (tipo de calçado tradicional japonesa, geralmente de madeira), a os da categoria Sandanme pode usar “Setta” (tipo de calçado tradicional japonês feito de palha e sola de couro.), mais o Sandanme não pode usar o “tabi” (meias tradicionais japoneses).

3.- 幕下(まくした / MakushitaTerceira maior divisão-  Esta divisão é frequentemente considerada como o primeiro passo para “sekitori” ou lutador de sumô profissional.

* Diz-se que a diferença entre estar no topo da divisão makushita e as últimas posições da divisão Juryo, é comparável com o quão longe este céu do inferno.

* Os lutadores da divisão makushita só recebem um pequeno subsídio.

* Há uma lei estrita onde os lutadores não podem se casar (mesmo em privado) quando não estiver em uma divisão superior ao makushita.

2.- 十両(じゅうりょう / JuryoSegunda maior divisão- Categoria na qual os jogadores são considerados “sekitori” (jogador de sumô profissional).

* Os lutadores nesta divisão receber um salário mensal bastante confortável.

* A partir desta divisão e superiores os lutadores  têm o privilégio de sair no ringue com um design mawashi (mawashi = cinto usado por lutadores), jogar sal, participar da cerimônia de água da fortaleza, usar tabi e andar de  de táxi. As divisões inferiores só podem se mobilizar através de transportes públicos.

1.- 幕内 (まくうち / Makuuchi) Divisão máxima- Abriga os melhores lutadores (aprox. 42) dentro do qual destacam-se o  grupo San’yaku (titulares):

  • 小結(こむすび / Komusubi)O quarto posto mais alto.
  • 関脇(せきわけ / Sekiwake)O terceiro posto mais alto
  • 大関(おおぜき / Ozeki)O segundo posto mais alto.
  • 横綱(よこづな / Yokozuna) Grande Campeão, literelmante significa “corda horizontal” e vem do símbolo mais visível de seu posto, a corda (tsuna) em torno da cintura.

* Para todos os outros jogadores que não disputam qualquer título na divisão makuuchi eles são chamados de “Maegashira”

Hakuho

* Para todos os outros jogadores que não disputam qualquer título na divisão makuuchi eles são chamados de “Maegashira”

Sumo por pic

Andrea y sumo

*Com o lutador Tsurugi Momotaro da divisão Juryo.

Edição e fotos: Andrea Medina
GUIA DO JAPÃO- www.guiadojapao.com
O seu guia de viagem no japao, operado pela Earth Design Co.
Agência de Viagens e Operadora de turismo no Japão.

SUMO 相撲

É um tipo de luta livre de origem japonesa onde os lutadores (rikishi) oponentes se enfrentam em área circular. Embora não seja o esporte mais popular do país, certamente é o esporte nacional do Japão.

Uma série de rituais acompanham a luta.

Atualmente a Associação Japonesa de Sumô (fundada em 1927) é a encarregada de preservar as tradições que vem de tempos antigos até os dias de hoje. Por exemplo:

• O telhado suspenso sobre o “dohyō” (arena), com formato de antigos templos sagrados.
• A vestimenta do árbitro simbolizando o traje de caça de guerreiros japoneses do passado.
• Os rituais que acompanham as disputas, utilizados desde tempos imemoriais

A popularidade do sumô tem ultrapassado as fronteiras japonesas nos últimos anos e muitos dos lutadores são estrangeiros provenientes da Mongólia, Brasil, Argentina e outros países do leste europeu. Isto faz com que este esporte continue despertando interesse.

sumo 2 size

As regras da disputa são bastante simples. O competidor será eliminado se:
1. Tocar o solo com alguma parte de seu corpo exceto a planta de seus pés.
2. Fizer contato com o exterior do círc
ulo de combate (tanto com os pés ou qualquer outra parte do seu corpo).
3. Utilizar técnicas ilícitas, como golpear os olhos, estrangular, puxar o cabelo, dar socos, provocar luxações, etc.
4. Perder o “mawashi” (única vestimenta utilizada durante o combate de sumô)
Andrea & Edna
GUIA DO JAPÃO- www.guiadojapao.com
O seu guia de viagem no japao, operado pela Earth Design Co.
Agência de Viagens e Operadora de turismo no Japão.

A OUTRA FACE DE QUIOTO

O mar de Quioto, o outro face de Quioto “TANGO”

Mar de Kioto BR

Quando você ouve a palavra Quioto, você imagina o mar?

A antiga cidade de Quioto que você sabe, é a capital da província do mesmo nome.

A prefeitura de Quioto, tem um comprimento de 140 quilómetros sudeste para noroeste, que de uma forma alongada. Sua parte norte é de frente para o mar do Japão e tem o nome de TANGO, atualmente chamado de “mar de Quioto”.

O outra face de Quito, Bem-vindo ao “Mar de Quioto!” (Em Inglês)

Se você quiser conhecer o mar de Quioto, temos o passeio perfeito para você. O OUTRA FACE DE QUIOTO !

takishima & edna pic

GUIA DO JAPÃO- www.guiadojapao.com
O seu guia de viagem no japao, operado pela Earth Design Co.
Agência de Viagens e Operadora de turismo no Japão.

O SAQUÊ QUE OS JAPONESES NÃO CONHECEM

Kinichirou Sakaguchi, doutor em agronomia e autoridade mundial na arte da fermentação alcoólica, menciona em seu livro “Saquê do Japão”:

O saquê do Japão é uma criação artística desenvolvida em tempos remotos que envolve toda a ciência e técnica dos antigos japoneses. Pesquisando detalhadamente esta criação é possível conhecer a capacidade, os limites e as características da ciência japonesa.

Há várias teorias sobre a origem do saquê japonês, e pelos registros sabe-se que no século 8 já se fermentava saquê à partir de arroz maltado. No mundo existem várias bebidas alcoólicas fermentadas, mas o saquê japonês possui uma característica única que é a fermentação e sacarificação simultânea. Os ingredientes são arroz e água apenas. Enquanto o amido do arroz reage com o koji (arroz livre de óleo e proteína) formando a sacarose, simultaneamente a sacarose serve para a levedura fermentar o álcool e produzir o saquê. Mas na realidade o processo não é tão simples e depende da ação de microorganismos, e para eles interagirem é preciso contar com múltiplas condições. Agora há termômetros, instalações modernas e a biotecnologia permitiu adicionar levedura cultivada e ácido láctico, criando condições ambientais artificiais que permitem a produção de saquê praticamente sem riscos.

Antigamente tudo dependia da ação natural e mesmo assim, o processo tradicional “Kimoto Zukuri”(*) que exige uma alta técnica foi criado há 200 anos. É impressionante a sabedoria dos antecessores que criaram esta tradição baseando-se na experiência e na intuição.

Entretanto, atualmente no Japão o vinho é mais popular do que o saquê. Muitos japoneses acham que o vinho tem mais qualidade e é mais refinado do que o saquê. Muitos japoneses afirmam “Não consigo beber saquê japonês”. Segundo estes os motivos são: “Não gosto do cheiro”, “A ressaca não é boa”. No caso do saquê aquecido é ainda pior: “Saquê frio eu tomo mas quente jamais”. Estas pessoas não têm culpa, pois provavelmente só experimentaram saquê deste nível. A responsabilidade deles desgostarem do saquê é das lojas de bebidas que não souberam oferecer e transmitir o verdadeiro sabor deste produto.

Muitos donos de bar acham equivocadamente que o saquê deve ser tomado refrigerado. Até mesmo lojas que se dizem “especializadas” em saquê agem desta forma. Nestes estabelecimentos, o cardápio apresenta as marcas de saquê como se tivessem que ser ingeridas frias, havendo uma lista à parte para saquê aquecido onde nem consta as marcas, o que é um absurdo. Não pode ser um bom saquê se nem se conhece a origem e é deplorável classificá-lo como exclusivo para beber aquecido. Há 200 anos quando a cultura do saquê foi concluída, não existia geladeira, então bebia-se em temperatura ambiente ou aquecida. Então, o processo de produção do saquê não foi desenvolvido para tomá-lo refrigerado.

Por outro lado, existem fabricantes que tentam produzir o saquê imitando o sabor do vinho ou da champagne. Este é um posicionamento favorável para o futuro do saquê pois visa o mercado mundial e aproxima os japoneses que preferem vinhos e coquetéis. Mesmo nas artes tradicionais japonesas como o “Noh”, “Kabuki” e “Rakugo”, além dos temas clássicos sempre há inovações. Não podemos esquecer que o esforço para a criação de obras com temas atuais permite a continuidade da tradição, porém a verdadeira emoção pode ser sentida nas obras clássicas que sobrevivem há várias gerações. Um saquê onde o arroz e o sabor são reduzidos, o aroma é acentuado com levedura, diferente do original e que esconde o lado bom desta bebida, não pode ser o padrão do verdadeiro saquê japonês. Nas competições internacionais, será que os experts de saquê que escolhem os vencedores e dizem “Este é o melhor”, já tomaram a bebida aquecida sentindo o suave e típico sabor do arroz?

CONTENEDOR SAKE

O Dr. Kinichirou Sakaguchi, no mesmo livro escreveu “Entre os países desenvolvidos do mundo, será que existe algum que despreza a bebida alcoólica nacional e venera a bebida de outros países?” Estas palavras foram escritas em 1964. Passados 50 anos, será que o cenário do saquê mudou? Felizmente, muitos fabricantes têm voltado às origens, aderindo à produção natural do saquê. E isto tem repercutido entre muitos bares que procuram servir um saquê que faz pensar no orgulho de ter nascido japonês. Aquele japonês que sem falar muito, aquece as relações bebendo juntos. O saquê que é amado por este japonês. O saquê está agora dando um fim a um período de muitas voltas, retornando às origens, caminhando com convicção para escrever uma nova história. Ainda é um começo, mas é um grande passo. Tanto para o saquê, quanto para os japoneses.

DR. SAKE

Autor: Toru Sakazaki
Diretor da Sociedade de Pesquisa da Cultura de Bares de Saquê

Toru Sakazaki

Redator, nascido em 1967, quando era um mero apreciador de bebidas alcoólicas conheceu o saquê aquecido Junmaishu (**) e teve contato com a grandeza da cultura desta bebida japonesa.

Indignado ao saber que poucos estabelecimentos transmitiam a profundidade do tradicional saquê japonês, assumiu esta missão e ao mesmo tempo que administrava uma agência de publicidade, inaugurou em 2011 o bar “Junmaishu Sanpin” em Shibuya/Tokyo. Em 2013 inicia a pesquisa de bares de saquê, fechando temporariamente seu estabelecimento para aprofundar os conhecimentos. Em março de 2016 funda a Sociedade de Pesquisa da Cultura de Bares de Saquê. Atualmente se prepara para reinaugurar o bar “Junmaishu Sanpin”.

LOGO SAKE

Nota do editor:

(*) Kimoto Zukuri

A fabricação do saquê começa com a produção do shubo (pasta de grãos), obtido com a ação do ácido láctico que inibe as bactérias e aumenta a quantidade de levedura.
No caso do Kimoto Zukuri, ao invés de utilizar o ácido láctico disponível no mercado e produzir rapidamente o shubo, utiliza-se as bactérias naturais do ácido láctico esperando a lenta ação do aumento da levedura.
A levedura de boa qualidade que venceu a batalha contra as bactérias do ácido láctico é que dá origem a este saboroso saquê.

(**) Junmaishu

Saquê tradicional japonês produzido apenas com arroz branco, koji e água, com sabor e aparência excelentes.

 

takishima & edna picGUIA DO JAPÃO- www.guiadojapao.com
O seu guia de viagem no japao, operado pela Earth Design Co.
Agência de Viagens e Operadora de turismo no Japão.